"Inventar é imaginar o que ninguém pensou; é acreditar no que ninguém jurou; é arriscar o que ninguém ousou; é realizar o que ninguém tentou. Inventar é transcender. " ( Santos Dumont )
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Sabedoria hindu
As jóias e a sabedoria Hindu.
As jóias exercem uma verdadeira fascinação sobre as pessoas.
Se seu lado esotérico anda forte, dê uma olhada nestes conselhos registrados em um milenar texto hindu:
As pedras preciosas, arrancadas das entranhas da Terra, são pólos captores de forças pelo seu magnetismo natural, protegendo, desse modo, quem as usar. A pessoa mal intencionada, ao olhar para alguém que usa uma jóia de pedra preciosa, terá sua intenção imediatamente, desviada para a jóia, descarregando nela suas más intenções, inveja, ciúme e raiva.
As jóias devem ser bem visíveis e chamarem a atenção para si. Por captarem as forças negativas, devem ser periodicamente descarregadas dos maus fluidos e, ao mesmo tempo, recarregadas com as forças magnéticas da natureza. Para isso, devem ser colocadas diretamente em contato com a terra, pelo menos uma vez por ano, de preferência ao pé de uma roseira natural e, melhor ainda, em noite de lua cheia, aumentando sua magia e poder.
Uma pessoa nunca deve usar as jóias de outras, sob pena de receber as cargas negativas acumuladas na jóia, a não ser que elas tenham sido antes descarregadas.
As jóias exercem uma verdadeira fascinação sobre as pessoas.
Se seu lado esotérico anda forte, dê uma olhada nestes conselhos registrados em um milenar texto hindu:
As pedras preciosas, arrancadas das entranhas da Terra, são pólos captores de forças pelo seu magnetismo natural, protegendo, desse modo, quem as usar. A pessoa mal intencionada, ao olhar para alguém que usa uma jóia de pedra preciosa, terá sua intenção imediatamente, desviada para a jóia, descarregando nela suas más intenções, inveja, ciúme e raiva.
As jóias devem ser bem visíveis e chamarem a atenção para si. Por captarem as forças negativas, devem ser periodicamente descarregadas dos maus fluidos e, ao mesmo tempo, recarregadas com as forças magnéticas da natureza. Para isso, devem ser colocadas diretamente em contato com a terra, pelo menos uma vez por ano, de preferência ao pé de uma roseira natural e, melhor ainda, em noite de lua cheia, aumentando sua magia e poder.
Uma pessoa nunca deve usar as jóias de outras, sob pena de receber as cargas negativas acumuladas na jóia, a não ser que elas tenham sido antes descarregadas.
http://www.artgoldjoias.com.br/curiosidades/sabedoria_hindu.htm
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
“Eu amo a perda.
Só a perda abre caminho para o novo, e o novo é sempre fascinante.
Mas o fascínio também se perde, e então eu preciso de um novo novo.
E assim por diante.
Acontece que sou sempre tentado a iniciar um processo de perda vitoriosa de todo objeto amado, porque em mim existe uma infinita vontade de mais amar aquilo que começo a perder.
Para que não ocorra o apego, a massacrante ditadura do apego.
Então, quanto mais a perda se instala, mais eu tenho a contraditória certeza de que amo aquilo que passo a perder.
É a vida em constante movimento.
Tudo se transforma.
Tudo se modifica.
Só o que está morto não se perde.”
Edson Marques
Mas o fascínio também se perde, e então eu preciso de um novo novo.
E assim por diante.
Acontece que sou sempre tentado a iniciar um processo de perda vitoriosa de todo objeto amado, porque em mim existe uma infinita vontade de mais amar aquilo que começo a perder.
Para que não ocorra o apego, a massacrante ditadura do apego.
Então, quanto mais a perda se instala, mais eu tenho a contraditória certeza de que amo aquilo que passo a perder.
É a vida em constante movimento.
Tudo se transforma.
Tudo se modifica.
Só o que está morto não se perde.”
Edson Marques
domingo, 16 de janeiro de 2011
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Texto que li e amei....
Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros.
Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz.
Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.
A solução é voltar ao marco zero.
Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.
Martha Medeiros
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros.
Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz.
Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.
A solução é voltar ao marco zero.
Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.
Martha Medeiros
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Finitude
“Somos seres finitos. Mas, finitos em quê? Será que a morte é o nosso ünico fim? Será que só percebemos a finitude quando um parente ou amigo próximo morre? Não. É certo que a finitude nos ronda em qualquer ato que possamos realizar. (...) A morte é um aviso do que há fim implícito em tudo que fazemos. E isto não deve ser entendido com uma visão pessimista, mas sim com uma visão otimizada de cada escolha que estaremos por fazer. A morte, segundo Heideger, se repete em cada situação de escolha. Para ele, assumir a morte como possibilidade presente a cada instante, é o mais responsável passo na busca de uma existência autêntica e criativa. Mais do que finitos, somos livres para escolher, com toda angústia inerente a esse processo. Quando escolhemos de forma consciente, somos sujeitos de nossa existência. E, então poderemos morrer e deixar morrer, dizendo que foram feitas as melhores escolhas até aquele momento.” (Flávia Machado – Psicologia Existencial)
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Viajar me deixa tensa antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheia de idéias.
Amigas dessa vez vou a Gramado... Bjos e até breve!
Viver...
...como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada. Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado. Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança. Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento...
(Lya Luft)quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"...todos nós somos movidos por uma paixão, a minha, está na na transformação das pedras, dos metais em objetos de desejo ...." Velma Pinheiro
Mais que amuletos, acredita-se que elas trazem proteção pessoal e prosperidade.
Não importa a religião, o que vale é expressar a fé e atrair boas vibrações.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Criança Encantada
O pensador oriental C. Jinarajadasa escreveu um pequeno livro em que narra o papel que as crianças
tiveram no despertar de uma nação.
A narrativa é uma parábola.
Ele conta que, depois de experimentar inúmeras formas de governo, os cidadãos de certo país, cansados de tanta insatisfação, decidiram proibir as reclamações. Agora seria preciso conviver
com os erros uns dos outros.
A princípio foi um caos. Em seguida, tiveram de desenvolver uma grande dose de paciência.
Como ninguém podia reclamar dos outros, cada cidadão só tinha uma alternativa: corrigir os seus próprios defeitos.
"À medida que cada um fazia seu próprio treinamento em paciência, notava um fato novo e
estranho em si mesmo. A pessoa ficava interessada no que as crianças andavam fazendo.
Enquanto a nuvem de preocupação consigo se dissipava, o cidadão ia ficando fascinado pela vida
das crianças. Os gestos e os sorrisos das crianças pareciam trazer uma lembrança de algo doce e bonito, que a alma havia conhecido um dia, mas esquecera. A dor da vida, que o cidadão carregava consigo todo o tempo, parecia ficar um pouco mais esquecida, enquanto ele olhava as crianças brincando. Pensar, agora, era um pouco menos confuso. As pessoas pareciam mais rápidas em compreender as coisas com seu próprio pensamento - tudo porque haviam começado a amar melhor as crianças. (...) Foi então que um fato novo, e mais assombroso, começou a ser descoberto por aqueles que, desenvolvendo a paciência, aproximavam-se mais e mais da vida das crianças.
Quando eles olhavam uma criança que brincava, e recebiam o sorriso gracioso e confiante dela, começavam a notar que a contraparte daquela criança graciosa estava em si mesmos.
Por mais velho que alguém pudesse ser, por mais ferido e cansado pela batalha da vida, sempre cada criança parecia acordar uma contraparte em algum lugar no íntimo da pessoa.
Em pouco tempo as pessoas passaram a ter necessidade de ver crianças;
de uma maneira totalmente inesperada, elas traziam pureza ao coração e à mente. (...)
Com o crescimento do amor pelas crianças, cada um começou a ter uma nova compreensão de si
mesmo..."
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| Ela me traz pureza ao coraçâo... minha filha! |
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
| Pulseira pérolas. |
Essência
Essência é aquilo que nos designa enquanto seres. Platão dizia que a essência tem uma conotação bem peculiar daquilo que numa coisa, é permanente e central, ao contrário do que é transitório e acidental - “a verdadeira realidade está na essência, na forma pura da coisa, subtraída à tela aparente da existência.” Quando reconhecemos a essência, deixamos de lado a aparência, vamos para o essencial. Bob Marley tem uma frase que diz: “Preocupe-se mais com a sua consciência, do que com a sua reputação, porque a sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam que você é. E o que os outros pensam é problema deles.” Isso pode nos dar uma idéia melhor do sentido de essência. A essência de uma pessoa é algo único nela, é aquilo que o indivíduo é, o que cada um trouxe à vida para realizar, que vai vivendo e descobrindo e que se permitindo, poderá fazer acontecer, com a alma. Realizar com a alma é deixar a essência se expressar de forma única e criativa.
Kitah
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