"Inventar é imaginar o que ninguém pensou; é acreditar no que ninguém jurou; é arriscar o que ninguém ousou; é realizar o que ninguém tentou. Inventar é transcender. " ( Santos Dumont )
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Enérgico, o amarelo recarrega os looks de verão
Na hora de combinar, misture-o a tons neutros – bege, marrom e cinza são bem-vindos – se seu objetivo for um visual chic e urbano. As mais ousadas podem até apostar no amarelo total desde que as peças escolhidas sejam modernas. O sinal amarelo fica para os acessórios combinadinhos – esqueça o duo sapato e bolsa se o look não for monocromático.
Os tecidos que estarão nas coleções de verão 2012
O MODASPOT visitou a terceira edição da Première Brasil e adianta como serão os materiais usados na estação.
A terceira edição da Première Brasil começou com um discurso arrojado: para o diretor-geral da Première Vision (importante feira têxtil francesa que deu origem à brasileira), Jacques Brunel, o Brasil tem tudo para ser o lançador mundial de tendências em tecidos, antes dos países do hemisfério Norte. Segundo ele, temos a vantagem do calendário – por exemplo, enquanto os desfiles de verão 2012 brasileiros acontecem em junho, as semanas de moda internacionais da mesma estação começam só em setembro. “É um sonho, mas estamos investindo bastante nesse evento para fazê-lo realidade um dia”, revelou durante a abertura do salão, que desta vez contou com 108 expositores, 20 a mais do que a última edição.
Planos a longo prazo à parte, confira as propostas das tecelagens para um futuro mais próximo, o verão 2012.
Planos a longo prazo à parte, confira as propostas das tecelagens para um futuro mais próximo, o verão 2012.
Mix de estampas
A grande novidade para o próximo verão é a mistura de estampas. Só que agora, ao invés de acontecer graças ao mix de peças com padronagens diferentes, ela é garantida no próprio tecido. Pense em listras suaves + flores grandes, xadrez + florzinhas, e até duas estampas digitais (com desenhos diferentes) sobrepostas.Florais
As passarelas da última semana de moda de Milão (verão 2011) parecem ter incentivado a estampa floral, que marca presença em grande parte dos estandes da feira. Tem para todo gosto: das tipo Liberty, com as flores miudinhas e cores mais suaves, até as grandes e ultracoloridas.Listras
Lembra das listras coloridas e irregulares da Prada (verão 2011)? Pois elas virão com força no verão 2012. No embalo da estampa que apareceu na passarela da grife italiana – e de outras como Jil Sander, Versus e Isabel Marant –, as tecelagens aproveitaram para criar diferentes tipos, que misturam duas ou mais cores e têm tamanhos diferentes.Feito a mão
O aspecto artesanal conquistou alguns tecidos, como o algodão e a renda, que aparecem bordados ou tramados de maneira a lembrar os trabalhos feitos a mão, ainda que sejam produzidos industrialmente. Relembre o desfile (também do verão 2011) da Dolce & Gabbana.http://modaspot.abril.com.br/
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Amor...
Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.
Boa Noite! Tenham belos sonhos.
A transparência é tendência para 2011.
Há tempos que as transparências figuram como forte tendência de moda verão e são ótimas opções para looks levinhos.
Eles aparecem em sobreposições, composições de looks e mistura com peças mais opacas.
Eles aparecem em sobreposições, composições de looks e mistura com peças mais opacas.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Várias pulseiras, juntas e misturadas. Aproveitem!
O novo hit é misturar várias pulseiras! Vale tudo: bijoux, tecido, ouro, prata, couro, em modelos e cores diferentes.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Sabedoria hindu
As jóias e a sabedoria Hindu.
As jóias exercem uma verdadeira fascinação sobre as pessoas.
Se seu lado esotérico anda forte, dê uma olhada nestes conselhos registrados em um milenar texto hindu:
As pedras preciosas, arrancadas das entranhas da Terra, são pólos captores de forças pelo seu magnetismo natural, protegendo, desse modo, quem as usar. A pessoa mal intencionada, ao olhar para alguém que usa uma jóia de pedra preciosa, terá sua intenção imediatamente, desviada para a jóia, descarregando nela suas más intenções, inveja, ciúme e raiva.
As jóias devem ser bem visíveis e chamarem a atenção para si. Por captarem as forças negativas, devem ser periodicamente descarregadas dos maus fluidos e, ao mesmo tempo, recarregadas com as forças magnéticas da natureza. Para isso, devem ser colocadas diretamente em contato com a terra, pelo menos uma vez por ano, de preferência ao pé de uma roseira natural e, melhor ainda, em noite de lua cheia, aumentando sua magia e poder.
Uma pessoa nunca deve usar as jóias de outras, sob pena de receber as cargas negativas acumuladas na jóia, a não ser que elas tenham sido antes descarregadas.
As jóias exercem uma verdadeira fascinação sobre as pessoas.
Se seu lado esotérico anda forte, dê uma olhada nestes conselhos registrados em um milenar texto hindu:
As pedras preciosas, arrancadas das entranhas da Terra, são pólos captores de forças pelo seu magnetismo natural, protegendo, desse modo, quem as usar. A pessoa mal intencionada, ao olhar para alguém que usa uma jóia de pedra preciosa, terá sua intenção imediatamente, desviada para a jóia, descarregando nela suas más intenções, inveja, ciúme e raiva.
As jóias devem ser bem visíveis e chamarem a atenção para si. Por captarem as forças negativas, devem ser periodicamente descarregadas dos maus fluidos e, ao mesmo tempo, recarregadas com as forças magnéticas da natureza. Para isso, devem ser colocadas diretamente em contato com a terra, pelo menos uma vez por ano, de preferência ao pé de uma roseira natural e, melhor ainda, em noite de lua cheia, aumentando sua magia e poder.
Uma pessoa nunca deve usar as jóias de outras, sob pena de receber as cargas negativas acumuladas na jóia, a não ser que elas tenham sido antes descarregadas.
http://www.artgoldjoias.com.br/curiosidades/sabedoria_hindu.htm
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
“Eu amo a perda.
Só a perda abre caminho para o novo, e o novo é sempre fascinante.
Mas o fascínio também se perde, e então eu preciso de um novo novo.
E assim por diante.
Acontece que sou sempre tentado a iniciar um processo de perda vitoriosa de todo objeto amado, porque em mim existe uma infinita vontade de mais amar aquilo que começo a perder.
Para que não ocorra o apego, a massacrante ditadura do apego.
Então, quanto mais a perda se instala, mais eu tenho a contraditória certeza de que amo aquilo que passo a perder.
É a vida em constante movimento.
Tudo se transforma.
Tudo se modifica.
Só o que está morto não se perde.”
Edson Marques
Mas o fascínio também se perde, e então eu preciso de um novo novo.
E assim por diante.
Acontece que sou sempre tentado a iniciar um processo de perda vitoriosa de todo objeto amado, porque em mim existe uma infinita vontade de mais amar aquilo que começo a perder.
Para que não ocorra o apego, a massacrante ditadura do apego.
Então, quanto mais a perda se instala, mais eu tenho a contraditória certeza de que amo aquilo que passo a perder.
É a vida em constante movimento.
Tudo se transforma.
Tudo se modifica.
Só o que está morto não se perde.”
Edson Marques
domingo, 16 de janeiro de 2011
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Texto que li e amei....
Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros.
Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz.
Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.
A solução é voltar ao marco zero.
Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.
Martha Medeiros
Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros.
Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia, é melhor acreditar no poder da nossa voz.
Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os demais seguiram em frente.
A solução é voltar ao marco zero.
Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.
Martha Medeiros
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Finitude
“Somos seres finitos. Mas, finitos em quê? Será que a morte é o nosso ünico fim? Será que só percebemos a finitude quando um parente ou amigo próximo morre? Não. É certo que a finitude nos ronda em qualquer ato que possamos realizar. (...) A morte é um aviso do que há fim implícito em tudo que fazemos. E isto não deve ser entendido com uma visão pessimista, mas sim com uma visão otimizada de cada escolha que estaremos por fazer. A morte, segundo Heideger, se repete em cada situação de escolha. Para ele, assumir a morte como possibilidade presente a cada instante, é o mais responsável passo na busca de uma existência autêntica e criativa. Mais do que finitos, somos livres para escolher, com toda angústia inerente a esse processo. Quando escolhemos de forma consciente, somos sujeitos de nossa existência. E, então poderemos morrer e deixar morrer, dizendo que foram feitas as melhores escolhas até aquele momento.” (Flávia Machado – Psicologia Existencial)
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Viajar me deixa tensa antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheia de idéias.
Amigas dessa vez vou a Gramado... Bjos e até breve!
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